A última versão do Plano Nacional de Banda Larga, que será submetida, ainda nesta semana, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, vai prever isenção de tributação para as empresas dispostas a fornecer internet rápida a preços populares. O governo pretende fornecer internet “no atacado” a preços inferiores aos cobrados hoje no mercado e já está trabalhando em uma linha de financiamento, para empresas que se tornarem parceiras, superior a R$ 5 bilhões, além de um conjunto de normas para garantir a qualidade e o preço baixo para o consumidor.
Debates
Plano de banda larga vai prever isenção tributária e linha de financiamento para empresas parceiras
Eleições e internet: o que fazer?
Você talvez já tenha ouvido a expressão bottom-up, em inglês. Ela significa de baixo para cima. Faz menção a um modelo de comunicação de muitos para um ou de muitos para muitos, que emerge com a rede mundial de computadores.
Governo controla Eletronet, mas adia reunião do Plano Nacional de Banda Larga
Depois de uma longa batalha judicial, o governo, enfim, conseguiu na última sexta-feira, 11/12, a imissão de posse das fibras ópticas ociosas da rede da Eletronet, que serão a base do Plano Nacional de Banda Larga, cuja intenção é criar uma rede pública de alta velocidade para garantir o provimento do acesso à Internet para a população carente.
Setor privado quer usar linhas de transmissão de empresas estatais para ampliar acesso à internet
O presidente da NET, José Antônio Félix, defendeu que o setor privado use as linhas de transmissão de empresas estatais para promover o acesso de toda a população à internet – principal proposta do Plano Nacional de Banda Larga. “O governo tem que fazer uso dessa infraestrutura que ele dispõe e, de algum modo, facilitar o acesso [das empresas] a essa infraestrutura”, disse Félix, num encontro com jornalistas, promovido pela empresa.
Para presidente do TSE, internet é território livre
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Carlos Ayres Britto, prefere abster-se, no momento, de emitir opiniões sobre o projeto de lei da reforma eleitoral – que vai ser votado pelo plenário do Senado na próxima semana. Mas um de seus assessores lembra que sua posição sobre a liberação da internet como veículo de comunicação social, durante as campanhas eleitorais, ficou “bem clara” na reunião realizada no Rio de Janeiro, na última sexta-feira, com os presidentes dos tribunais regionais eleitorais.
Os partidos políticos - hoje - na WEB
Com a tramitação da Lei Eleitoral, tendo como um dos capítulos a INTERNET, fui ver - ainda que superficialmente - como estão alguns partidos fazendo uso da mesma. O PV é o que está melhor organizado em termos visuais e oferece variados recursos, incluindo uma Rede Social, e a exemplo do OP-Digital (Orçamento Participativo) da Prefeitura de Belo Horizonte, requer o Título de Eleitor para os membros de sua Rede votarem em alguma ausculta, etc...

