A fim de manter aberto seu canal de comunicação com a sociedade, o Banco fornece à mídia, regularmente, notícias a respeito de suas atividades, por meio da divulgação de press-releases sobre operações de financiamento, política e prática de crédito.Ainda nesse sentido, é possível encontrar, neste site, informações sobre o processo de compras de bens e serviços realizados e a realizar.
Gestão fiscalizada
Do ponto de vista da governança pública, a gestão do Banco é fiscalizada pelo Conselho Fiscal, composto de representantes de órgãos externos, e pelo Conselho de Administração, formado por representantes do governo e da sociedade civil. Como instituição financeira, submete-se à fiscalização do Banco Central do Brasil (BACEN) e às normas e resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN).
O BNDES segue, ainda, orientações específicas do Departamento de Coordenação das Empresas Estatais Federais (DEST) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). Suas contas são julgadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), órgão auxiliar do Congresso Nacional, e seus processos, auditados pela Controladoria Geral da União (CGU).
Responsável pela aplicação de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), o Banco mantém-se sob a orientação e o crivo do Conselho Deliberativo do FAT (CODEFAT), formado, em igual proporção, por integrantes do Governo Federal, do empresariado e das centrais sindicais.
Em outra de suas atribuições - gerir o Programa Nacional de Desestatização -, o Banco está subordinado ao Conselho Nacional de Desestatização (CND), colegiado de ministros com poder decisório sobre datas de leilões, modelos de venda e preços de empresas. Os atos referentes ao processo de privatização são fiscalizados também pelo Poder Legislativo, através do TCU.
Gestão de Riscos e Controles Internos
O BNDES entende que a existência de um adequado gerenciamento de riscos, aliado a um eficaz sistema de controles internos, é essencial para o cumprimento de sua missão com eficiência, em conformidade com os normativos internos e externos e de acordo com os objetivos estabelecidos pela Alta Administração.
Neste sentido, o Banco conta com unidade específica que centraliza os assuntos referentes à gestão dos riscos de crédito, de mercado e operacional e atua no aprimoramento dos controles internos. Adicionalmente, a Instituição mantém o Comitê de Gestão de Riscos, composto pelo Presidente, Vice-Presidente e Diretores. Este colegiado tem, como uma de suas atribuições, avaliar o ambiente de Gestão de Riscos e Controles do BNDES.
As orientações sobre Gestão de Riscos e Controles Internos estão formalizadas e disponibilizadas para todos os funcionários por meio das Políticas Corporativas de Controles Internos, Gestão de Risco Operacional, Gestão de Risco de Mercado e Gestão de Continuidade de Negócios, aprovadas pela Diretoria e pelo Conselho de Administração.
Gestão da Ética
O BNDES tem compromisso permanente com a ética no exercício de suas atividades. Para isso formalizou, ainda em 2002, o Código de Ética Profissional dos Empregados do Sistema BNDES, que tem orientado o trabalho da Comissão de Ética Profissional - CEP/BNDES.
A CEP/BNDES tem desenvolvido ações de natureza educativa, atuado na orientação e aconselhamento sobre a conduta ética, representado o BNDES na Rede de Ética do Poder Executivo Federal, além de esclarecer e julgar comportamentos passíveis de desvios éticos.
Pró-Equidade de Gênero
O Programa Pró-Equidade de Gênero é uma iniciativa do Governo Federal, implementado pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR). Seu objetivo é estimular a igualdade de condições no mundo do trabalho, através da adoção de novas concepções na gestão de pessoas e na cultura organizacional.
O BNDES aderiu ao Programa em fevereiro de 2008. Em conjunto com a ministra Nilcéa Freire, o presidente Luciano Coutinho assinou Termo de Compromisso para “conscientizar, sensibilizar e estimular as práticas de gestão que promovam a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres dentro do BNDES e contribuir para a eliminação de todas as formas de discriminação no acesso, remuneração, ascensão e permanência no emprego”.
Ao mesmo tempo, o Banco procurou mapear a existência de outros grupos vulneráveis a situações de discriminação, a exemplo daquelas relativas a raça ou etnia. Assim, tem buscado atuar de maneira abrangente, minimizando eventuais casos de desigualdade de oportunidades profissionais no Sistema BNDES.
Veja também
- Boletins de Desempenho
- Consulta às Operações do BNDES
- Contas Públicas
- Demonstrativos Financeiros
- Estatísticas Operacionais
- Fundos Administrados
- Gestão da Ética
- Licitações/Editais
- Ouvidoria
- Política Ambiental
- Privatização
- Processos de Contas Anuais
- Pró-Equidade de Gênero
- Convenção da OCDE
Fonte BNDES

